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Bois Brésil. Poésie et manifeste (Pau Brasil). Edition bilingue

Bois Brésil. Poésie et manifeste (Pau Brasil). Edition bilingue, par Oswald de  Andrade
Auteur : Oswald de Andrade
Autres : Préface et notes de Antoine Chareyre
Traduction : Antoine Chareyre
Editeur : La Différence
Nombre de pages : 400
Date de parution : 2010
Langue : Bilingue
Prix : 30,45 €
ISBN : 9782729118983
Disponibilité : Actuellement épuisé
Edition bilingue
Au cœur du modernisme des années 20, la poésie de Pau Brasil (le bois brésil, cet arbre dont l’écorce contient un colorant rouge-orange très prisé par les Portugais, fut au XVIe siècle, le seul produit d’exportation de la colonie, jusqu’à lui donner son nom) est née à Paris.
Introduit dans l’avant-garde littéraire et artistique parisienne par Blaise Cendrars, Oswald de Andrade rencontre à la librairie d’Adrienne Monnier, Valery Larbaud, Jean Cocteau, Paul Morand, Picasso… avant de rejoindre le Brésil, où il publiera en 1924, à son retour d’Europe, le Manifeste de poésie Bois Brésil ainsi que plusieurs poèmes du présent recueil qui deviendront l’emblème même de l’indépendance esthétique du pays après un siècle d’indépendance politique.
 

Poète, prosateur, dramaturge, il est l’un des chefs de file du mouvement moderniste qui a complètement révolutionné la littérature brésilienne. Avant-gardiste, ses romans ou poèmes sont composés par la juxtaposition de  fragments narratifs, selon une perspective cubiste. Ses programmes esthétiques et poétiques, Pau-brasil et Anthropophage, entendent propager la littérature brésilienne dans le monde.

Oswald de Andrade (1890-1954) foi escritor brasileiro. Fundou, junto com Tarsila, o Movimento Antropófago. Foi uma das personalidades mais polêmicas do modernismo. Era militante político sendo idealizador dos principais manifestos modernistas. Ao lado da pintora Anita Malfatti, do escritor Mário de Andrade e de outros intelectuais, organizou a Semana de Arte Moderna de 1922.

Oswald de Andrade (1890-1954) nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Filho único de José Oswald Nogueira de Andrade e Inês Henriqueta Inglês de Sousa Andrade. Formou-se em Direito pela Faculdade do Largo de São Francisco. De família rica, fez várias viagens à Europa, onde entra em contato com os movimentos de vanguarda. Estudou jornalismo literário e, em 1911 iniciou sua vida literária no jornal humorístico "O Pirralho" que ele mesmo fundou. O semanário que circulou até 1917, contava entre seus colaboradores, com o pintor Di Cavalcanti.

Em 1912, quando retornou de sua primeira viagem à Europa, adota as idéias futuristas e, desde então, tornou-se um dos principais vultos do modernismo. Em 1916 lança a primeira redação do romance "Memórias Sentimentais de João Miramar", romance que quebra toda a estrutura dos romances tradicionais, pois apresenta capítulos curtíssimos e semi-independentes, num misto de prosa e poesia, que no final da leitura formam um grande painel.

Além de ter sido o criador e principal divulgador da orientação "primitivista", com "O Pau-Brasil" e com a "Antropofagia", Oswald escreveu os textos mais corrosivos da estética modernista. Sua participação ativa na Semana de 22, é seguida da sua segunda viagem à Europa. Em Paris, na Sorbonne, dá a conferência "O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo".

Oswald de Andrade lança em 18 de março de 1924, um dos mais importantes manifestos do modernismo "Manifesto Pau-Brasil", publicado no Correio da Manhã. Explicando o nome do manifesto , o autor diz "Pensei em fazer uma poesia de exportação. Como o pau-brasil foi a primeira riqueza brasileira exportada, denominei o movimento Pau-Brasil".

Em 1925 Oswald de Andrade lança o livro de poemas "Pau-Brasil", em que põe em prática os princípios propostos no manifesto. O livro Pau-Brasil foi ilustrado por Tarsila do Amaral e apresenta uma literatura extremamente vinculada à realidade brasileira, a partir de uma redescoberta do Brasil.

Em 1926 casa-se com a pintora Tarsila do Amaral. Dois anos depois, radicalizando o movimento nativista, o seu "Manifesto Antropofágico" propõe que o Brasil devore a cultura estrangeira e crie uma cultura revolucionária própria. Nessa época, rompe com Mário de Andrade, separa-se de Tarsila do Amaral e casa-se com a escritora e militante política Patrícia Galvão, a Pagu. Em 1944, mais um casamento, com Maria Antonieta D'Aikmin, com quem permanece casado até o fim de sua vida.

José Oswald de Sousa Andrade morre em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1954.

 

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