Breve antologia do conto angolano. Balada dos homens que sonham

Editeur : Clube do Autor
Nombre de pages : 212
Date de parution : 2012
Langue : portugaise
ISBN : 9789897240003
Prix :

24,80

Description :

Ondjaki, José Eduardo Agualusa, Frederico Nini e Timóteo Ulika são apenas alguns dos autores presentes nesta breve antologia do conto angolano. Os textos aqui reunidos, 22 no total, revelam uma Angola por vezes desconhecida, quase sempre inspiradora, alegre, viva e cheia de talento.

Organizado por António Quino, Balada dos Homens que Sonham nasceu do interesse da União dos Escritores Angolanos em promover mais a literatura angolana a nível internacional.

Segundo o coordenador, o livro foi organizado com o objectivo de condensar textos literários em prosa, iniciando um volume de textos de autores que se tenham revelado ou publicado entre 1980 e 2010, e cujo teor expresse interesse, contexto, realidade, consciência colectiva, escolhas estéticas e temáticas de Angola e dos angolanos.

«A escala dos contistas foi disposta numa hierarquia que obedece à data dos seus nascimentos», esclarece António Quino. «Assim, iniciámos com os contos dos autores mais velhos e terminámos com os dois mais novos, criando uma espécie de pico que tem no cimo memórias mais distanciadas do presente e, na ponta, um presente menos pretérito. Aqui reside um dos substratos dos contos dos «catorze apóstolos» presentes nesta antologia. Um silêncio que fala e convoca o leitor, pois muito fica por ser dito na incompletude das formas, ideias e coisas muito directas dos verbos exprimir e comunicar.»

Sobre Balada dos Homens que Sonham

«Pertinente esta Balada dos Homens que Sonham, um livro de estórias que tecem a História de um país em construção, escritas por autores que se apropriam do português para escreverem com uma respiração própria, muito sua. A simplicidade das temáticas contrasta com a complexidade de um quotidiano feito de recortes e de uma geografia retalhada de olhares. É, por isso, muito peculiar a realidade idiossincrática grafada e sentida nestes textos de outras cores e magias, de outros sons, de todos os contrastes, a perder de vista, com Angola toda lá dentro.»
Manuela Ribeiro Costa, Correntes d’ Escritas.

source: http://www.correiodominho.com


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