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Jogos de azar

Jogos de azar, par José  Cardoso Pires
Auteur : José Cardoso Pires
Editeur : Dom Quixote
Nombre de pages : 246
Date de parution : 1999
Langue : Portugais
Prix : 25,00 €
ISBN : 9789722016483
Disponibilité : En stock En stock

Diz-se jogo de azar aquele em que a perda ou o ganho dependem unicamente da sorte e não das combinações, do cálculo ou da perícia do jogador. Com essa temática, chega às livrarias Jogos de Azar, o primeiro livro inédito no Brasil de José Cardoso Pires, após o relançamento de três obras e uma longa espera. Os contos presentes nessa coletânea são, em sua maioria, sobre desocupados, representação da figura do cidadão destituído de meios para viver. Segundo o autor, essas pessoas convivem diariamente com a penúria, estando a todo o momento à mercê do acaso. Paralelamente, Cardoso Pires apresenta um jogo de fortuna e azar em que um escritor se lança quando resolve escrever a respeito de sua época. Em Jogos de Azar, o autor não se interessa somente pela denúncia da injustiça social, mas, também, pelo compromisso evidente com a realidade, reproduzida em linguagem predominantemente denotativa. José Castello, no prefácio, sentencia: “Via uma generalidade: apagava-a. Deparava com um lugar-comum: jogava-o fora. Deparava com o bom-senso: esmagava-o. Dividido entre Barnard e Caravaggio — no vão entre os dois — tornou-se um exímio caçador do banal. Deixou-nos os restos de suas batalhas, essa literatura esplendorosa.” “Cuidado, leitor, ao manusear este livro. Trata-se, na verdade, de uma navalha, e sua lâmina, afiada na década de 1960, ainda não apresentou sinais de cegueira. Pelo contrário: seu fio, que nunca conheceu o ócio, se mostra cada vez mais jovem.” (Luís Henrique Pellanda)

L’écrivain est inclassable, indépendant de la plupart des courants littéraires, mais en quelques romans brillants et variés il a su se faire reconnaître comme un des meilleurs romanciers portugais de son siècle. Le sens de la fatalité éclaire d’une lueur sombre toute l’œuvre, mais une espérance humaniste donne toujours au récit un ton allègre. Il réconcilie l’intérêt pour l’individu et l’engagement social, la minutie de la peinture du réel et la grandeur du mythe.

Photographie: ©IPL/Luisa Ferreira

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