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Memórias de um sargento de milícias

Memórias de um sargento de milícias, par Manuel Antônio de Almeida
Auteur : Manuel Antônio de Almeida
Editeur : Ateliê
Nombre de pages : 448
Date de parution : 2012
Langue : Portugais
Prix : 22,00 €
ISBN : 9788574805405
Disponibilité : En stock En stock

Neste dinâmico romance de costumes, Manuel Antônio de Almeida registra com humor as atitudes e tradições da sociedade carioca em meados do século XIX. O atrapalhado protagonista Leonardinho figura, ao lado de Macunaíma, na galeria dos mais representativos anti-heróis de nossa literatura. O professor Mamede Jarouche, da Universidade de São Paulo, assina as notas explicativas e oferece um estudo polêmico, com documentação inédita sobre o autor e a obra. As ilustrações são de Marcelo Cipis.

Prefácio e Notas Mamede M. Jarouche (USP)
Ilustrações Marcelo Cipis

Sumário
Introdução – Galhofa sem Melancolia: as Memórias num Mundo de Luzias e Saquaremas
Memória de um Sargento de Milícias
[Apêndices]

  • Perfis Literários: Manuel Antônio de Almeida – Manuel Antônio Major
  • “Introdução Literária”: Manuel Antônio d’Almeida – F. J. Bethencourt da Silva
  • “Advertência” à edição de 1863 – [Quintino Bocaiúva]
  • “Manuel Antonio d’Almeida”: Revista Ideia – Félix Ferreira

Manuel Almeida (1831-1861) foi escritor e médico brasileiro. Autor de um único romance Memórias de um Sargento de Milícias. Fez parte de geração romântica. Patrono da cadeira nº28 da Academia Brasileira de Letra.

Manuel Almeida nasceu no Rio de Janeiro no dia 17 de novembro de 1831. Concluiu o curso de medicina em 1855, mas não exerceu a profissão, dedicando-se ao jornalismo.

Foi redator e revisor do jornal Correio Mercantil, onde em 1852 publicava semanalmente em fascículos e que depois formaria o seu único romance Memórias de um Sargento de Milícias. Começou a fazer sucesso entre os leitores cariocas mas, o autor se escondia atrás do pseudônimo "Um brasileiro".

Foi nomeado diretor da Tipografia Nacional, tornou-se amigo e protetor do funcionário Machado de Assis. Disposto a entrar para a política, dirigi-se de vapor a Campos, Estado do Rio, quando houve o naufrágio, perto de Macaé. Disse o crítico José Veríssimo, no século XIX "Naufragou com ele a maior esperança da literatura brasileira".

Manuel Antônio de Almeida morreu no dia 28 de novembro de 1861.

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